SiiLA Brasil apresenta panorama do mercado de condomínios logísticos dos principais Estados do País

A plataforma SiiLA Brasil, empresa especializada na pesquisa de imóveis comerciais e logísticos, traz agora para o mercado brasileiro um balanço da situação dos condomínios logísticos dos principais Estados do Brasil.

“Estamos ampliando nossa base de pesquisa do mercado industrial, e agora oferecemos o mapeamento de mais de 12 milhões de m² de área de condomínios logísticos. Os novos mercados contam com os padrões de Classificação de Imóveis e Regiões da plataforma SiiLA, que proporcionam mais transparência e precisão de informações”, afirma Giancarlo Nicastro, CEO da SiiLA Brasil.

Na pesquisa do primeiro trimestre de 2018, a SiiLA Brasil destaca:

 

São Paulo

O mercado de condomínios logístico de São Paulo recebeu, no primeiro trimestre de 2018, novos 44.112 m² de área de condomínios de alto padrão, referentes a entrega do Condomínio M5 Sorocaba, empreendimento de Classe A+.

No período, a taxa de vacância caiu para 24,5%, um percentual representativo se comparado com os três primeiros meses de 2017, quando registrou 30,6% de espaços desocupados. Um dos principais responsáveis pela boa absorção foi o grupo Assai Atacadista, que locou 76.130 m² do condomínio GLP Cajamar.

 

Rio de Janeiro

Um novo estoque de alto padrão também foi entregue no Rio de Janeiro: o GLP Duque de Caxias, que acrescentou 59.045 m² ao inventário do Estado. No período, o mercado registrou uma absorção líquida positiva de 30.225 m², enquanto no quarto trimestre de 2017 a absorção líquida foi de 3.068 m². A empresa que mais investiu no território carioca foi a B2W, do segmento de internet, expandindo sua área locada em novos 22.512 m² no empreendimento Golgi Seropédica. Apesar de estar com uma taxa de vacância de 30,2%, o mercado de condomínios logísticos no Rio vem apresentando leve recuperação.

 

 

Pernambuco

O mercado pernambucano de condomínios logísticos, que vinha exibindo uma taxa de vacância baixa, apresentou em 2018 um cenário diferente: a taxa de espaços vagos do mercado ficou em 12%. As empresas que entregaram espaços e contribuíram para a alta da taxa de vacância foram: Fiat, 3.240 m²; Pernambucanas, 3.502 m²; e 2.444 m² Strawplast.

 

Minas Gerais

Em Minas Gerais o cenário está bem positivo. O mercado recebeu no primeiro trimestre 2018 novos 31.403 m², o que hoje totalizam 903.759 m² nas regiões pesquisadas, que englobam Extrema, Juiz de Fora, Pouso Alegre, Região Metropolitana de Belo Horizonte, Triângulo Mineiro e Varginha. Apesar da oferta de novos espaços, a taxa de vacância caiu para 19,6%, contra os 21,6% registrado no quarto trimestre de 2017. A principal locação ficou por conta da Magazine Luiza, com 12.519 m², no condomínio Bresco Contagem, na Região Metropolitana de BH.

 

Distrito Federal

Neste trimestre, o Distrito Federal passa a contar com a pesquisa e estatísticas da SiiLA Brasil para os condomínios logísticos de classes A+, A e B, que juntas somam 69.621 m²de área. De todo o estoque, 33,84% estão vagos, segundo os dados da plataforma. O preço pedido pelo metro quadrado é de R$25,00, e está acima do valor pedido em São Paulo, de R$ 18,61.

 

Espírito Santo

Com um estoque total de 172.176 m² de condomínios logísticos das classes A+, A e B, nas regiões Cariacica, Serra e Viana, o Espírito Santo registrou no primeiro trimestre de 2018 uma taxa de vacância baixíssima, apenas 3,38%, a menor taxa de vacância de todas as regiões pesquisadas pela SiiLA Brasil.

 

Goiás

Com a concentração de condomínios logísticos apenas nas regiões Aparecida de Goiânia e Goiânia, o estado de Goiás possui hoje 84.692 m² de área de condomínios logísticos. Desse total, a taxa de ocupação é de 71,90%. O preço pedido pelo metro quadrado está em R$ 15,00.

 

Paraná

O estado do Paraná, na pesquisa da SiiLA Brasil do primeiro trimestre de 2018, é composto por 865.413 m² de área de condomínios logísticos, de classes A+, A e B. Eles estão nas regiões de Araucária, Curitiba, Londrina/Maringá, Pinhais, Quatro Barras e São José dos Pinhais. De todo o estoque, 72,10% da área está ocupada, e o preço pedido do metro quadrado é de R$17,62.

 

Santa Catarina

As regiões Araquari, Itajaí e Navegantes abrigam os condomínios logísticos pesquisados pela SiiLA Brasil, no primeiro trimestre de 2018. Juntas somam 227.972 m² de imóveis classificados como A+, A e B. Desse total, 85,14% estão ocupados. O preço pedido do metro quadrado no estado é de R$ 12,25.

 

Ceará

No estado do Ceará somente as regiões de Caucaia e Fortaleza possuem condomínios logísticos classificados nos padrões A+, A e B, que ao todo somam 89.793 m². Desse total, 10,29% estão vagos. Essa taxa de vacância é considerada baixa pelo mercado. O preço pedido é de R$ 14,00. Os dados são da pesquisa SiiLA Brasil no primeiro trimestre de 2018.

 

Bahia

O mercado de condomínios logísticos das classes A+, A e B da Bahia não vem passando por um bom momento. De todas as regiões pesquisadas pela SiiLA Brasil no primeiro trimestre de 2018, a Bahia é o Estado com a maior taxa de vacância (imóveis vagos): 52,97%. A SiiLA Brasil dividiu a Bahia em quatro regiões para serem monitoradas: Camaçari, Feira de Santana, Salvador e Simões Filho. Juntas elas somam 100.191 m². Camaçari e Simões Filho são as regiões que contribuem com a taxa de vacância do mercado geral da Bahia: cada uma está com 100% de seus empreendimentos vagos.

 

Amazonas

Os condomínios logísticos das classes A+ e A do Amazonas estão centralizados na região Manaus. Ao todo são 307.453 m². Segundo a pesquisa da SiiLA Brasil na região, no primeiro trimestre de 2018, 41,6% estão vagos. Um índice alto, se comparado com outros estados brasileiros. O preço pedido pelo metro quadrado também não é baixo: R$ 22,00. Só para se ter uma ideia, em São Paulo, o preço pedido pelo metro quadrado dos seus condomínios logísticos está em R$18,61.

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